
Vamos compreender o brincar juntos!
Vamos falar sobre uma das coisas mais gostosas da vida: brincar. Aliás, quando foi a última vez que você brincou? Feche seus olhos e tente resgatar uma lembrança gostosa da sua infância, em que somente momentos de alegria fizeram parte. Registre sua lembrança...
Se, ao conseguir resgatar uma lembrança, você sorriu, provavelmente foi porque uma cena comum de criança veio à mente. Seria uma brincadeira? Caso tenha sido, você teve a oportunidade de experimentar a ação mais característica da infância. O fato de a brincadeira ser uma atividade extremamente prazerosa, possibilitando encenações, faz de conta, mil descobertas, sem maiores cobranças nem hora certa para começar e terminar, encanta e contagia tanto as crianças quanto nós adultos. Quantas sensações produzidas e quanta energia depositada em uma simples brincadeiras ( que, na verdade sabemos não é tão simples assim!)
Mediante o ato de brincar, a criança torna – se ativa, criativa e também propensa a ser solidária e mais amável. É por meio da brincadeira que ela terá oportunidades de desenvolver potencialidades úteis para toda a sua vida, como comparar, analisar, nomear, medir, associar, calcular, classificar, compor, conceituar, criar e deduzir. Quanto aprendizado! O brincar oportuniza a socialização, pois a criança faz amigos, compartilha com eles, respeita as regras e normas estabelecidas e o mais importante: envolve – se na atividade pelo prazer que o brincar lhe concede, sem visar recompensas ou temer castigos. O desenvolvimento integral de uma criança agradece por todas as atividades lúdicas das quais ela participa, porque brincando, inconscientemente, busca sentido á sua vida.
O ato de brincar não pode ser visto somente como uma atividade para as horas ociosas das crianças, ao contrário, todas as atividades elaboradas para e com as crianças deverão tornar – se uma grande brincadeira. Pais e professores precisa estar convencidos de que o brincar infantil tem um papel predominante no aprendizado e na exploração do mundo que cerca a criança. Caso contrário, terá dificuldades em criar formas satisfatórias para que o processo lúdico aconteça.
ENTÃO... VAMOS BRINCAR!!! DEIXE A CRIANÇA BRINCAR!!!
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